Ser Estado

Louis XIV, rei da França apelidado de O Rei Sol, tamanho seu poder e dono do reinado mais longo da história da Europa, afirmou que “l´état c´est moi” (o Estado sou eu) e sintetizou como ninguém o significado do absolutismo, isto é, o sistema de governo em que o soberano concentra em suas mãos todoContinuar lendo “Ser Estado”

E se, por um momento, delirarmos?

É possível que a gente pare um instante nessa vida que não para e se permita, ainda que por um breve momento, render-se a um pequeno delírio e imaginar como seria o mundo se tudo como conhecemos fosse diferente do que é? Pensar que as avenidas estivessem tomadas por cães e não por carros, eContinuar lendo E se, por um momento, delirarmos?

Entre fábulas, metáforas e a casa de todos nós

Desde muito cedo os animais nos ajudam a aprender lições valiosas. Seja através de lendas, seja através dos desenhos animados, a humanidade se entende melhor quando se vê na pele dos bichos. Jean de La Fontaine, poeta que alcançou sucesso com fábulas, colocava os animais como personagens centrais para assim dirigir suas críticas aos homens,Continuar lendo “Entre fábulas, metáforas e a casa de todos nós”

A maternidade das mães

Ser mãe é padecer no paraíso, dizem. O fato é que, com as mulheres tomando cada vez mais espaço na cena literária e o debate feminista avançando na sociedade, mais a maternidade é trazida para o foco das narrativas. Em As mães são muitas, de Katixa Agirre, lançado este ano pela Primavera Editorial, duas maternidadesContinuar lendo “A maternidade das mães”

A moeda de um lado só

Uma das grandes artimanhas da literatura é seu poder de narrar a mesma história de diversas formas. Às vezes, ainda que com elementos repetidos, consegue-se  enxergar um enredo completamente novo e essa versatilidade faz com que os leitores nunca esgotem sua infinita lista de livros para serem lidos. Lançado pela primeira vez em 1969, oContinuar lendo “A moeda de um lado só”

As marcas das minhas leituras

“Eu sou essa gente que se dói inteira porque não vive só na superfície das coisas.” Rachel de Queiroz A leitura é sempre marcante. Porém atrevo-me a dizer que, algumas leituras são mais que outras, pois alguns livros tatuam em nossa alma a sua essência sem que percebamos e suas histórias, personagens e trechos nosContinuar lendo “As marcas das minhas leituras”

O hiato que nos falta

“Senhor, peço poderes sobre o sono, esse sol em que me ponho a sofrer meus ais ou menos, sombra, quem sabe, dentro de um sonho. Quero forças para o salto do abismo onde me encontro ao hiato onde me falto.” Paulo Leminski Na literatura muitos escritores produzem com regularidade e ao longo de suas carreirasContinuar lendo “O hiato que nos falta”

Lançamento de “8 (contos) e meio”, livro de contos de Giovanna Pezzolato

A última edição do evento “Livros em Pauta”, organizado pela Editora Andross, ocorreu em 07/05/2022 e providenciou o lançamento de diversas antologias de contos e livros solo de autores nacionais. Entre os lançamentos está o livro “8 (contos) e meio”, de Giovanna Pezzolato, produzido pela Editora Simbiose. Giovanna é escritora, musicista e cineasta. Participou deContinuar lendo “Lançamento de “8 (contos) e meio”, livro de contos de Giovanna Pezzolato”

Todos os mundos

“Sou um coração batendo no mundo. Quem me lê que me ajude a nascer.” (Clarice Lispector em “Água Viva”) A leitura literária nos remete a um mundo onírico particular, tendo em vista que um mesmo livro despertará reações diversas em cada leitor, e até no mesmo leitor, em épocas diferentes de sua vida. É umaContinuar lendo “Todos os mundos”

Lançamento de “80 Pontinhos”, livro de microcontos de Cida Quelé

A última edição do evento “Livros em Pauta”, organizado pela Editora Andross, ocorreu em 07/05/2022 e providenciou o lançamento de diversas antologias de contos e livros solo de autores nacionais. Entre os lançamentos está o livro “80 Pontinhos”, de Cida Quelé, produzido pela Editora Simbiose. Cida faz parte da UBE – União Brasileira dos EscritoresContinuar lendo “Lançamento de “80 Pontinhos”, livro de microcontos de Cida Quelé”