Desde o início do mundo teve destaqueSuas decisões causaram polêmicasLevaram ao pecadoSão mulheres, afinal…DelicadasSensíveisOh, Coitadas!Incapazes?Que nada…SolteirasMães solosEsposasAdotadasFortesDonas de jornaisEscritorasArtesãsCorajosasMulheres destacadasDiferenciadasÀ frente do tempoAmadasMulheres determinadasBem sucedidasRealizadasReginasJeanesAntoniasFranciscasTantas, tantas e tantas…Sintam-se todas homenageadas! Autora Jeane Lima é graduada em Letras pela UNICSUL-SP e pós-graduada em Língua Portuguesa pela mesma instituição. Escritora de Contos, Microcontos, Crônicas e Poesias, possuiContinuar lendo “Mulher”
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Como ser mulher em março
“Não adianta: feminista só é bem-vinda uma vez ao ano. Eu me sinto praticamente um panetone, com a diferença que o panetone (ou, sua versão de chocolate, pelo menos) é consenso; feminista, não.” estas palavras são de Marcella Rosa Abboud no livro Como sobreviver ao 8 de março e nos provocam sobre como a sociedadeContinuar lendo “Como ser mulher em março”
Cronos e o apego ao ultrapassado
As células do corpo humano constantemente se renovam. Em média a cada sete anos passamos por fases de vida inteiramente distintas, os chamados setênios. Mas quantas coisas novas você abraçou e quantas coisas velhas abandonou nessas transições? O tempo passa e com ele certas vontades se esvaem e outras surgem. Apegar-se com aquilo que jáContinuar lendo “Cronos e o apego ao ultrapassado”
O discernir da vida
Façamos do tempo o nosso aliado… Sejamos emocionalmente inteligentes para perceber quando o que desejamos não nos convém. Fortes e destemidos para os recomeços, preparados para as más e boas surpresas. Que tenhamos maturidade para entender quando uma relação nos fere mais do que nos cura, e sejamos corajosos para optar pelo melhor para nósContinuar lendo “O discernir da vida”
Traço
O risco fino da folha de papel é traço ou corte? aquilo costura ou morde? A linha escreve ou nos enlaça? amordaça ou cala? Ela parou no meio da folha não sabe para onde vai não sabe se se veste de beleza e vira letra ou se casa com outras linhas e vira abstração TalvezContinuar lendo “Traço”
Poro
Não choro com os olhos vazo pelos poros cada uma das minhas rachaduras lamenta Nessa tristeza úmida cheia de certezas pálidas nesse breu da vida me acomodo relaxo Afinal poro é espaço e onde se tem espaço se pode plantar Claro que não vem flor nem árvore desconheço a natureza de semente Não importa meContinuar lendo “Poro”
Político
Todo corpo é político Todo corpo é ocupação Anarquia de seus medos Vista de seus cabelos Cada braço uma tensão Sua mente você julga ser um governo democrático Comanda movimentos erráticos Alienados do seu coração Cada movimento Ato Cada palavra decreto Seu movimento incerto Me faz mistério Me enche de ilusão Corpo seu Marca espaçoContinuar lendo “Político”
O Alvo
Cogitava findo, acabado – no entanto,do início recomeçou:Olhares tímidos, risos sedutores, juras de amor…Era tudo como dantes e sempre; logo desmoronouZerado parecia, mas, novamente, a soma defluía Palavras agradáveis, cafés, bolo e cobertor…O relógio gira, o tempo voa,E continuamos dançando a música que a vida entoa:Por que retroceder, quando podes ir além?A vida é tuaContinuar lendo “O Alvo”
Você tem medo de quê?
O Medo pode ser nosso maior inimigo ao se tornar corrosivo e trazer consigo a negatividade. Quando corrói, destrói, impede de seguir. Temos medo do que o outro vai pensar e assim o outro vira o condutor do nosso eu. Ele reina e é soberano sobre nós. Um domínio psicológico de situações externas que muitasContinuar lendo “Você tem medo de quê?”
O corpo não pode ser tudo sobre o outro
No constante exercício de reflexão, um livro puxa outro e duas histórias diferentes em gênero e conteúdo, mas atravessadas pelo mesmo tema, o corpo, acabaram se cruzando por aqui. Fome, uma autobiografia do (meu) corpo, da professora americana Roxane Gay, narra como a autora, após sofrer um abuso sexual aos doze anos, passou a utilizarContinuar lendo “O corpo não pode ser tudo sobre o outro”
