Violência substantivo feminino

“Reze para que seja menino”, é a frase que encerra o livro Reze pelas mulheres roubadas, de Jennifer Clement. Revelá-la não é nenhum spoiler, pois isso vêm à mente diversas vezes durante a leitura. A obra ficcional, infelizmente, se ampara na realidade mexicana de mulheres que são sequestradas para servirem a narcotraficantes ou traficantes deContinuar lendo “Violência substantivo feminino”

Uma chama não perde nada ao acender outra chama

“Uma chama não perde nada ao acender outra chama” é um provérbio africano que está na dedicatória com que Ana Maria Gonçalves abre seu livro, Um defeito de cor, lançado pela Editora Record em 2006 e que nos ajuda a refletir sobre privilégio. Este emblemático romance narra a vida de Kehinde, uma heroína épica queContinuar lendo “Uma chama não perde nada ao acender outra chama”

A paz que falta ao mundo

O cenário geopolítico está em constante transformação: estima-se que atualmente há em torno de trinta conflitos ocorrendo. O mundo vive num estado permanente de guerras que se arrastam em embates internos ou externos, alguns desde os anos 90, outros desde muito antes. Para ilustrar essa afirmação, os conflitos na primeira guerra mundial ocasionaram a quedaContinuar lendo “A paz que falta ao mundo”

Como ser mulher em março

“Não adianta: feminista só é bem-vinda uma vez ao ano. Eu me sinto praticamente um panetone, com a diferença que o panetone (ou, sua versão de chocolate, pelo menos) é consenso; feminista, não.” estas palavras são de Marcella Rosa Abboud no livro Como sobreviver ao 8 de março e nos provocam sobre como a sociedadeContinuar lendo “Como ser mulher em março”